junho
23

O sertão vai virar… Brejo!

Postado em: Tempo por Lenilson Azevedo

 Na região conhecida como Brejo paraibano, em determinados períodos a chuva é quase que constante.

Neste mês de junho, a nossa região, sobretudo a cidade de Ouro Branco-RN, tem vivido “dias de brejo”.

Desde o início da manhã de hoje (23), as pancadas de chuva são intercaladas por pequenas garoas. neste momento, é forte a chuva que cai na cidade.

O frio agrada. A chuva também. “O inverno tá pegado!”


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junho
22

Inverno frio e com chuva no Seridó

Postado em: Tempo por Lenilson Azevedo

ceunubladoO que tem chamado a atenção nos últimos dias é a mudança no tempo.

De madrugada, o frio é intenso. Praticamente todos os dias pela manhã, o céu fica nublado.

A estação do inverno chegou literalmente à nossa região. Algo raro, pois o inverno para o sertanejo, não era a estação natural, mas sim o período que ocorresse chuva. Mas parece que o tempo mudou de verdade.

Em algumas regiões, como no estado de Alagoas e de Pernambuco, a chuva tem trazido estragos. Mas para o Seridó, por exemplo, fora as mulheres que reclamam por não poderem estender as roupas lavadas o varal, está tudo muito bom. É uma sensação diferente, um clima gostoso…

Chuva para a nossa região é riqueza, não importa o tempo. E viva São João! Graças a Deus!


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março
21

Chuva com vento em Ouro Branco-RN

Postado em: Tempo por Lenilson Azevedo

 

Na tarde da última quinta-feira (18), uma forte ventania assustou os moradores da cidade de Ouro Branco-RN.

Há muito tempo os ourobranquenses não se deparavam com ventos tão fortes. Conseguimos registrar um pouco da tempestade no vídeo acima.

Algumas casas e prédios públicos foram destelhados. Uma descarga elétrica decorrente da chuva danificou parte da estrutura de uma caixa d’água de um morador da cidade.

Apesar do susto, não aconteceu nada grave. A previsão é de chuva para os próximos dias.


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março
15

Volta a chover em Ouro Branco-RN

Postado em: Tempo por Lenilson Azevedo

No início da noite deste domingo (14), uma forte ventania com relâmpagos e trovoadas predizia a chuva que estava por vir.

Apesar de pouco intensa, a chuva serviu para amenizar o forte calor que tem feito nos últimos dias.

Os pluviométricos, em todo o município, variaram entre 7 e 24 milímetros.

A previsão é de mais chuva para os próximos dias.


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março
15

analiseclimaticaMeteorologistas dos centros de previsão do tempo, dos estados da região Nordeste chegaram a conclusão de que o inverno este ano, para o semiárido nordestino vai ser com volume de chuvas abaixo da média.  A conclusão foi durante a realização da terceira Reunião de Análise e Previsão Climática, que aconteceu nos dias 18 e 19 de fevereiro, Em Natal/RN.

No Rio Grande do Norte, 93% de seu território é semiárido, daí a importância e a grande expectativa de como vai ser o próximo inverno na região. Nos dois últimos anos, em todo o estado foram registradas chuvas acima da média, cerca de 40% acima do normal,  o que provocou danos sociais e econômicos, principalmente na região do Vale do Assu,  já que muitas pessoas perderam casas, lavouras foram tomadas pela água, estradas foram destruídas e açudes de pequeno porte, não suportaram tanta água e tiveram suas paredes levadas pela água. E mesmo que essa última  previsão seja de um inverno não tão rigoroso, a situação ainda é preocupante porque a maioria dos reservatórios ainda estão com cerca de 70% de toda a sua capacidade total de armazenamento de água.

EMPARN


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março
15

Nas últimas semanas, tanto o natalense quanto o sertanejo tem convivido com uma situação de tempo adversa, em decorrência da falta de chuvas e aumento na temperatura do ar.

A falta de chuva está sendo ocasionada pela formação de um centro de Alta Pressão sobre o norte da região Nordeste, em função da presença do El Niño no Oceano Pacífico, que também tem contribuído para o aumento da temperatura. Uma vez que sem as chuva, parte da energia que seria gasta para evaporar a água da chuva, se transforma em calor, aumentando a temperatura do ar.

A sensação térmica, segundo algumas definições, é a temperatura que sentimos provocada pelo efeito combinado entre a velocidade do vento e a temperatura do ar marcada pelos termômetros. A qual podemos inserir a umidade relativa do ar, pois essa variável retém calor no meio ambiente.

Esta sensação funciona de seguinte forma: umidade relativa do ar acima de 75%, com ventos fracos resultam no aumento da sensação térmica em valores que podem variar entre 2ºC a 4ºC. Quando o vento é forte, renovando constantemente o ar, a sensação térmica é de mais frio.

Atualmente, o Oceano Atlântico Sul tem apresentado aquecimento acima do normal em suas águas superficiais. Com isso, a liberação de umidade, através da evaporação do oceano tem aumentado e esse excesso de umidade tem sido transportado para cima do continente. Dessa forma, aumentando a umidade relativa do ar e sem a atuação nesse período de sistemas meteorológicos para causar chuvas, contribui com o aumento da temperatura e da sensação térmica.

A expectativa é de que esse quadro mude parcialmente durante as próximas semanas, quando está previsto o início do período chuvoso na Região semi-árida, normalizando a temperatura, mas não as chuvas. Uma vez que a previsão para este ano é de chuvas abaixo do normal para o período de março, abril e maio.

Fonte: EMPARN


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março
11

solNatal e mais três cidades do país atingiram o nível 14, considerado extremo no índice de raios ultravioletas. A escala de medição vai de 1 a 16, de acordo com informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O pico máximo da radiação acontece às 11h30.

Além de Natal, João Pessoa, Belém e São Luís também atingiram o patamar. No Nordeste, só Teresina escapa da radiação muito forte. O índice chega ao máximo em João Pessoa, Natal, Fortaleza, São Luís e Belém.

De acordo com o responsável pelo Laboratório de Variáveis Ambientais Tropicais(Lavat), Francisco Raimundo da Silva, no último dia 6, a capital potiguar registrou o nível mais alto de radiação deste ano. A escala de medição marcou 15,5 e quase atingiu o nível máximo, que é 16. A média da radiação de Natal sempre está acima do nível 10 e é considerada uma das mais altas do país. “Para evitar problemas causados por raios solares, a população deve evitar a exposição ao sol no horário entre 9h e 14h”, disse.

Raimundo da Silva ressaltou que são necessárias algumas recomendações para exposição aos raios solares. “O horário mais crítico está entre 9h e 14h. As pessoas devem sempre procurar abrigo para evitar uma exposição demorada, além de usa o filtro de proteção solar e aplicá-lo a cada 2h. Também é importante usar chapéus de abas largas e camisas e calças compridas”, afirmou.

Segundo Raimundo da Silva, a maior parte das radiações ultravioleta é filtrada pela camada de ozônio ao se aproximar da Terra. Com o encolhimento da camada de ozônio, uma quantidade maior de raios alcança a superfície terrestre, expondo as pessoas a riscos crescentes. Outro fator importante para a diminuição da radiação é a presença das nuvens.

DIARIODENATAL.COM.BR


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março
8

El-niño pode atrapalhar inverno no sertão

Postado em: Tempo por Lenilson Azevedo

elninoO calor que assola o sertão nordestino nos últimos dias tem incomodado, e colocado medo em muitos. Este que vos escreve, particularmente, nunca tinha vivenciado momento assim.

O calor parece, às vezes, ser insuportável. Mas, qual a explicação para este tempo?

Para os mais velhos, o mês de março, mês de São José, marca o início do inverno. Mas já estamos quase na metade do mês, e nada de chuva.

A resposta para tal questionamento está no quadro oceânico-atmosférico atual. A mudança no padrão normal de circulação dos ventos sobre o semi-árido nordestino imposta pelo fenômeno El Niño, criou situações desfavoráveis para nosso inverno normal. Uma delas é a subsidência de ar produzida pelo referido fenômeno, que em larga escala, impossibilita o aquecimento normal do Oceano Atlântico Sul.

O inverno do semi-árido nordestino depende de águas quentes do citado oceano para começar e ser de boa qualidade. Se até o dia 21 de março o Atlântico Sul não aquecer bem, corremos o risco de não termos um bom inverno 2010.

O fato é que este El Niño parece ser mesmo devastador, fato confirmado se consideramos que Atlântico Norte está atualmente mais quente que o Atlântico Sul. Quando em condições de normalidade ocorre o contrário.

Alguns especialistas chamam o quadro atual de “seca-verde”, já que com pequenas chuvas no início do ano, a vegetação pintou de verde a caatinga.

Com informações do Patosonline.com


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janeiro
29

chuvasdejaneiroUm Vórtice Ciclônico de Altos Níveis, está atuando sobre o nordeste brasileiro desde o fim de dezembro, ou seja, há praticamente um mês, e constitui um empecilho para as previsões feitas para o mês de janeiro (mês de maior frequência desse sistema meteorológico sobre nossa região), pois não é detectado pelos modelos computacionais de previsão de tempo e clima.

Assim como, por exemplo, em 2004, a previsão de chuvas para janeiro apontava para valores abaixo da média histórica, e ocorreu o contrário, sendo aquele janeiro um dos mais chuvosos da história em nossa região.

Agora em 2010, as chuvas do citado mês estão variando de normal a acima da média na maioria das localidades da porção semi-árida do estado, contrariando mais uma vez as previsões feitas por INPE, INMET e etc.

Acho que eu como meteorologista já esclaresci, não adianta tentar prever as chuvas de janeiro em nossa região. Pelo menos enquanto os Vórtices Ciclônicos de Altos Níveis forem tão desconhecidos pela Meteorologia.

Rodrigo César Limeira – Meteorologista (Patosonline.com)


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