agosto
30

Nos últimos cinco anos, o ansiolítico Rivotril, cujo princípio ativo clonazepam é indicado para síndrome do pânico e fobia social, escalou o ranking dos remédios mais vendidos no Brasil e abocanhou o segundo lugar, de acordo com o Instituto IMS Health, que audita a indústria farmacêutica. O remédio perde apenas para o anticoncepcional Microvlar. O medicamento da classe dos benzodiazepínicos, como Lexotan, Valium, Diazepam e Frontal, é o primeiro da lista em se tratando dos remédios tarja preta, vendidos apenas com retenção de receita. No Rio Grande do Norte, pacientes que começaram a tomar o remédio não conseguem mais parar, porque a interrupção traz de volta sintomas de síndrome de pânico. O uso não é unanimidade entre os profissionais de saúde e há quem defenda a suspensão após algum tempo, justamente para evitar dependência.

Para Marcelo Kimati, consultor da Coordenação Nacional de Saúde Mental, da Secretaria Nacional de Assistência à Saúde, o grande volume de vendas pode estar relacionado a uma má prescrição por parte dos médicos. O remédio deve ser prescrito apenas em casos extremos, o que nem sempre ocorre. “A substância Clonazepam (presente no Rivotril) cria uma dependência bastante intensa em quem usa o medicamento durante um longo período”, justifica.

Segundo ele, a Secretaria Nacional de Assistência à Saúde está preocupada com o uso dos medicamentos benzodiazepínicos, entre eles o próprio Rivotril, devido ao alto poder de causar dependência química. Para o psiquiatra clínico e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Maurilton Morais, outro fator pode estar por trás do aumento das vendas. “O Rivotril é barato”, resume. Nas farmácias, a caixa com 30 comprimidos de 2mg custa em média R$ 14,40. A versão em gotas, que faz efeito mais rápido, é ainda mais barata. Apenas R$11,80.

Segundo ele, remédios que tenham o Clonazepam como princípio ativo devem ser usados em períodos relativamentecurtos e retirados posteriormente, às vezes com ajuda de outros medicamentos. Para Marcelo Kimati, o problema é que “essa retirada não é feita, porque boa parte dos médicos não está atenta ao risco de dependência química”. A lógica é simples. “Se essa retirada não é feita, o paciente se torna dependente da substância e o consumo do medicamento cresce”.

Nociva para o paciente, a dependência química criada pelo medicamento é bastante rentável para a indústria farmacêutica. De acordo com o psiquiatra Maurilton, este tipo de medicamento não é receitado apenas por psiquiatras. “A Sociedade Brasileira de Psiquiatria (ABP) fez um levantamento e constatou que o psiquiatra está em quinto lugar no ranking nacional de prescritores do Clonazepam. Antes dele, está o clínico geral, o cardiologista”, informa. Segundo ele, o clonazepam “é uma substância que está sendo prescrita abusivamente por vários médicos”. Na avaliação dele, o problema não é o médico receitar Rivotril. “O problema é não alertar para a consequência a longo prazo”.

Paciente recebeu prognóstico desanimador

A dona de casa Luciana (os nomes são fictícios), 51, toma Clonazepam há quatro anos. “Antes eu sentia o corpo tremer, tinha medo de tudo, não queria sair de casa, ficava muito ansiosa, sentia falta de ar e meu coração batia sempre acelerado. Fui até ao neurologista e ele falou que eu estava com depressão e síndrome do pânico e disse que eu deveria tomar Rivotril”.

Ao longo dos quatro anos, ela suspeitou de uma possível dependência química e até tentou interromper o uso por conta própria. Mas voltou a sentir tremores no corpo e espasmos. Preocupada, procurou novamente o neurologista, que a advertiu. “Ele me disse que eu deveria tomar este medicamento para o resto da minha vida”, conforma-se. Até hoje, ela toma o medicamento. São cerca de 20 gotas por dia, antes de dormir. “Se eu parar de tomar, os tremores voltam e aí não adianta”.
O corretor de imóveis Flávio, 34, começou a tomar o medicamento por indicação do cunhado. “Meu cunhado é assessor de juiz e passa o dia inteiro vendo confusão. O trabalho dele é muito estressante. Para se acalmar dos absurdos do dia, ela toma Rivotril. Foi ele quem indicou o medicamento para mim”, afirma.

Flávio tem insônia. Só consegue adormecer de madrugada e precisa acordar cedo para trabalhar. O sono não tem qualidade. Pensou que conseguiria resolver o problema tomando Rivotril. Foi aí que percebeu: havia acabado de cair numa armadilha. “Tomei duas cartelas, depois decidi parar de tomar. O remédio tem um lado bom e um lado ruim. Um dia tomei uma dose um pouco maior e fiquei abestalhado. Passei três dias para voltar para a realidade. O efeito é prolongado e o medicamento causa dependência. Tomei poucas vezes. Quando vi que estava ficando viciado, disse ‘eu vou parar’. O organismo se acostuma e sente falta. Tem que ser forte para deixar. Tive que me livrar dele rápido.Ele estava prejudicando minha vida social, física, sexual e financeira”, relata.

Quando parar

A partir de dois meses, médicos dizem que o uso deve estar sob constante monitoramento. Além da dependência química que pode ser irreversível, o uso contínuo pode causar perda de memória, irritabilidade e até mesmo depressão. Durante a gravidez, pode causar aborto. Como todos os sedativos do sistema nervoso central, em doses muito altas podem causar sonolência, reflexos diminuídos, confusão, coma, parada respiratória e, no extremo, morte. Mas as doses precisam ser muitíssimo altas, acrescenta Montagna.

Por Andrielle Mendes, para o Diário de Natal


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agosto
24

vacinacaocaesegatosA campanha de vacinação anti-rábica no Rio Grande do Norte já começou. O período de vacinação de cães e gatos vai de 18 de agosto até 18 de outubro.

O “dia D” da campanha está marcado para 18 de setembro e as vacinas serão aplicadas em escolas, postos de saúde ou em pontos de grande circulação de pessoas.

O Ministério da Saúde tem como meta vacinar 80% dos animais. No ano de 2009 o Rio Grande do Norte conseguiu atingir 80,5%, sendo 82,8% em cães e 75,1% em gatos, totalizando 504.473 caninos e felinos vacinados.

Para Ouro Branco-RN, a meta é que 1.083 animais sejam vacinados. Ano passado, a cidade registrou um caso de raiva.

Segundo a médica-veterinária Graça Nóbrega, Coordenadora da Vigilância Sanitária do município, é importante que a população se conscientize de seu papel: “ A população deve ter em mente a importância da vacinação anti-rábica para a proteção de nossa saúde, pois é através dos cuidados com a saúde de nossos animais que protegemos também a nossa saúde, pois sabemos que a raiva é uma zoonose muito grave (doença que acomete animais e seres humanos) que não tem cura, é 100% letal e a melhor forma de nos prevenir dessa doença é vacinando anualmente nossos cães e gatos contra a raiva”.

Todos os animais, a partir dos 02 meses de idade, devem ser vacinados. A veterinária lembra que os animais primo vacinados (que tomam a vacina pela primeira vez), devem tomar um reforço após 30 dias.

A campanha de vacinação na cidade de Ouro Branco-RN terá início no próximo dia 31 de agosto na Zona Rural e o dia D, na cidade, será também dia 18 de setembro. Os postos funcionarão das 08h às 17h, nos PSF’s do município.


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agosto
23

dengueQuatro casos de dengue em Boa Vista, capital de Roraima, fizeram a saúde pública brasileira entrar em estado de alerta. São os primeiros, desde 1983, causados pelo vírus tipo 4 da doença, o DEN-4. Além deles, há suspeitas de que outros nove casos, tanto na capital quanto no interior do estado, foram provocados pelo tipo 4 do vírus. Segundo o Ministério da Saúde, as ocorrências são isoladas e não representam uma epidemia. Especialistas alertam, no entanto, que caso o novo vírus se alastre por outras regiões pode haver um aumento tanto dos casos de dengue clássica quanto dos da forma hemorrágica.

O médico epidemiologista da Universidade de Brasília (UnB) Pedro Luiz Tauil explica que o principal risco de se ter uma nova variável do vírus da dengue circulando pelo país é a maior probabilidade de surgir a forma hemorrágica da doença, que é grave e pode inclusive levar à morte. “Quando um paciente contrai algum dos tipos de dengue, ao se curar ele automaticamente fica imune àquela variedade que contraiu. Se essa pessoa contrair uma das outras variantes, porém, a chance de se desenvolver dengue hemorrágica é bem maior”, analisa. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 90% dos casos de dengue hemorrágica são de pessoas que contraíram a doença pela segunda vez.

Tauil ressalta que a nova variação do vírus não é mais forte que as demais. “Se uma pessoa que nunca foi infectada contrair o vírus 4, a manifestação vai ser exatamente a mesma das variáveis que já circulam pelo país”, afirma. Nesse caso (de primeiras contaminações), o problema passa a ser a possibilidade do desenvolvimento de uma nova epidemia, como a que aconteceu em 2000, quando a variável 3 da doença chegou ao Brasil. “Se houver dispersão do vírus para os grandes centros urbanos, a possibilidade de epidemia é grande”, avalia o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde (MS), Giovanini Coelho.

Para evitar que essa situação aconteça, o MS montou, em conjunto com as secretarias estadual e municipal de saúde na capital de Roraima, uma sala de situação — espécie de gabinete de crise —, para articular as ações e executá-las com a maior agilidade possível. A ideia é eliminar todos os criadouros do Aedes aegypti, transmissor do vírus, e assim, barrar o seu avanço. “Desde o início das ações de campo, mais de 10 mil casas nos bairros onde houve casos confirmados de DEN-4 foram visitadas, e pelo menos 18 mil criadouros do mosquito da dengue foram eliminados”, afirma Giovanini.

Correiobraziliense.com.br


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agosto
16

Doação de órgãos está em alta no Rio Grande do Norte

Postado em: Saúde por Lenilson Azevedo

A doação de órgãos subiu no Rio Grande do Norte, passando de sete doações multiorgânicas (de dois ou mais órgãos) em 2009 para 13 nos primeiros seis meses de 2010. A informação é da coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Francinete Guerra. O RN é o quarto estado do Nordeste em captação e transplante.

Em primeiro lugar, está o Ceará. A central funciona desde 2001 no RN. Todas as capitais têm uma. Até agora, foram realizadas 12.025 transplantes de córnea, 282 de rins, 15 de coração, um de valva cardíaca e seis de fígado.

Quatro pessoas esperam transplante de coração, seis esperam um fígado e 281 esperando córneas. A lista de receptores de rins é maior. São 881 pessoas. Deste total, apenas 76 estão aptas a receber um rim. O restante está inscrito na lista de espera, mas não realizou todos os exames exigidos no transplante. Por isso, não pode receber o órgão mesmo que surja um doador compatível. Para Francinete, o aumento no número de transplantes tem três causas: a capacitação dos profissionais de saúde, a criação da Organização de Procura de Órgãos no estado (Opo) e a realização de campanhas de conscientização. Quanto à capacitação, só em 2009, foram capacitados 140 funcionários do Hospital Walfredo Gurgel. Este ano, a central está capacitando também profissionais de todos os hospitais públicos e privados no RN.

A equipe de médicos da Central Estadual de Transplantes está participando de uma capacitação na Santa Casa, em São Paulo, em parceria com o Hospital Sírio Libanês.

Em fevereiro deste ano, a central deu mais um passo na captação de órgãos. Foi criada, com recursos provenientes do governo federal, a Organização de Procura de Órgãos do estado (Opo). Os enfermeiros e médicos da organização realizam um trabalho de busca ativa nos principais hospitais da capital 24 horas por dia. O trabalho deles é encontrar potenciais doadores de órgãos e viabilizar o transplante.

Números

Doações multiorgânicas no RN

2009 – 7

2010 (até julho) – 13

Lista de espera

Coração – 4 pessoas

Fígado – 6

Córneas – 281

Rins – 881

Avisar à família é fundamental

Mas quem pode ser um doador de órgãos? Para Francinete Guerra, pessoas que sofreram um grande trauma, morreram devido a um acidente, tiveram um acidente vascular cerebral ou sofreram um aneurisma podem ser doadores. Para isso, é necessário que avisem aos parentes que desejam doar órgãos.
A retirada dos órgãos só é autorizada quando a morte encefálica é constatada após três exames diferentes. Para doar tecidos, como no caso das córneas, basta o coração parar de bater. A central é parceira de vários hospitais na capital tanto para captação de órgãos quanto para realização de transplantes. Este é o caso dos hospitais Walfredo Gurgel, José Pedro Bezerra, Onofre Lopes, Prontoclínica de Olhos, Hospital do Coração, Natal Hospital Center e HMC coração.


Serviço

Para entrar em contato com a Central, basta ligar para o 0800- 2818500 ou para 3232-7620/7621.

Por Andrielle Mendes, especial para o Diário de Natal


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agosto
13

Sábado é dia de vacinação

Postado em: Saúde por Lenilson Azevedo

campanhavacinacao20101

Na manhã de hoje (13), crianças da Escola Municipal Professora Ivanilde Silva de Azevedo (EMPISA) saíram às ruas da cidade, junto com professores e agentes comunitários de saúde, para incentivarem as mães que tem filhos menores de cinco anos, a levarem as crianças ao Posto de Saúde, para tomarem a vacina contra Poliomielite, que será aplicada neste sábado (14), dia D da segunda etapa da campanha de vacinação.

campanhavacinacao2010

Os Postos de Saúde de Ouro Branco (PSF’s I e II) ficarão abertos até as 16h.


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julho
29

secdesaudeEsta semana, a Secretaria Municipal de Saúde do município de Ouro Branco-RN convocou pessoas que se encontram nas situações de risco de contraírem a doença, para irem até o Hospital e Maternidade Mãe Paula, para procederem aos exames e conseqüente tratamento da doença. Tal preocupação também foi da Secretaria de Saúde do Estado do RN, que divulgou nota à população sobre o tema.

A Hepatite B

A Hepatite B é uma inflamação do fígado causada pelo vírus HBV.

A doença pode ser adquirida através de transfusões de sangue, o uso compartilhado de seringas, agulhas e outros instrumentos entre usuários de drogas, assim como relações sexuais. O contato acidental de sangue ou secreções corporais contaminadas pelo vírus, com mucosa ou pele com lesões também transmitem a doença. Gestantes (grávidas) portadoras do vírus podem transmitir a doença para os bebês, sendo o momento do nascimento, seja por parto normal ou por cesariana o principal momento de risco para a transmissão.

Sintomas

Assim como em outras hepatites, muitas pessoas não apresentam sintomas e descobrem que são portadoras do vírus, em atividade ou não, em exames de rotina. Quando presentes os sintomas ocorrem em fases agudas da doença e são semelhantes aos das hepatites em geral, se iniciando com: mal-estar generalizado, dores de cabeça e no corpo, cansaço fácil, falta de apetite e náusea, febre.

Após, surgem tipicamente : coloração amarelada das mucosas e da pele (icterícia), coceira no corpo, urina escura (cor de chá escuro ou coca-cola), fezes claras (cor de massa de vidraceiro).

Ao final de 10 a 15 dias os sintomas gerais diminuem muito, mesmo na vigência da icterícia, que tende a desaparecer em 6 a 8 semanas em média. A resolução da doença ocorre em mais de 95% adultos que adquirem hepatite. Após a fase aguda, que pode passar desapercebida, 1 a 5% dos adultos não se curam da infecção e ficam com hepatite crônica. Desses, 25 a 40% podem desenvolver cirrose e câncer de fígado ao longo de décadas. Em crianças o risco da doença tornar-se portador de hepatite crônica é bem maior, cerca de 90% em recém nascidos e 50% da infância.

Gravidade e Risco

A forma clínica mais grave, chamada de hepatite fulminante, na qual há elevado risco de morte, ocorre em menos de 1% dos pacientes que adquirem o vírus.

O risco de doença crônica com má evolução é maior em quem usa bebida alcoólica, em bebês que adquirem a doença no parto e em pessoas com baixa imunidade (pacientes com AIDS, em quimioterapia, ou submetidos a transplante de órgãos, por exemplo).

Como o médico faz o diagnóstico?

Os sintomas não permitem identificar a causa da hepatite. Hepatites em adultos, especialmente se usuários de drogas injetáveis, homossexuais ou pessoas com muitos parceiros sexuais levantam a suspeita de hepatite B.

O Diagnóstico

A confirmação diagnóstica é feita por exames de sangue, onde são detectados anticorpos ou partículas do vírus da hepatite B. O exame central no diagnóstico da hepatite B crônica é o chamado antígeno de superfície do vírus B (HBsAg), que quando reagente (positivo) indica a presença do vírus e possibilidade de transmisão. A quantificação do vírus (HBV-DNA quantitativo, também chamado PCR quantitativo), realizada também por exame de sangue, é usada para confirmação da atividade do vírus e é fundamental na definição da necessidade e monitorização do tratamento.

A biópsia hepática (retirada de pequeno fragmento do fígado com uma agulha fina para análise microscópica) pode ser necessária para avaliar o grau de comprometimento do fígado e a necessidade de tratamento.

Maiores informações, procure o Serviço de Saúde mais próximo.


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julho
28

 dengueA Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou nesta terça-feira (27) o boletim atualizado sobre a situação da dengue no Rio Grande do Norte. Houve um acréscimo de 9,04% em relação ao mesmo período do ano passado, o que representa um total de 3.449 casos notificados em todo o estado até o último dia 17 de julho.

Somente na Grande Natal foram notificados 2.310 casos, sendo os municípios de Natal e Parnamirim considerados com taxa de incidência média. Em todo o RN, 10 municípios apresentam taxa de incidência alta: Jardim do Seridó (142 casos), Parelhas (86), Campo Redondo (63), Florânia (55), Marcelino Vieira (49), Tibau do Sul (49), Ouro Branco (46), Lajes Pintada (45), Paraná (12) e Francisco Dantas (9).

De acordo com Kristiane Fialho, coordenadora do programa estadual de controle da dengue, a Sesap recebeu do Ministério da Saúde, nesta segunda-feira, o inseticida para ser utilizado nos carros-fumacê. A previsão é de que já na primeira semana do mês de agosto a ação com os carros tenha início na zona Oeste e bairro do Alecrim em Natal, que vem apresentando muitos casos da doença. No restante do estado a Sesap continua com o trabalho de supervisão, enviando equipes de controle vetorial para acompanhar as ações nos municípios.

Kristiane Fialho lembra que o mais importante é que a população colabore com as medidas preventivas, evitando o acúmulo de água parada e lixo, limpando calhas e caixas d’água e recebendo bem os agentes de saúde.

DIARIODENATAL.COM.BR


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julho
26

Toxoplasmose preocupa autoridades de saúde no estado

Postado em: Saúde por Lenilson Azevedo

Lavar bem verduras e legumes, evitar carnes mal cozidas e não manipular fezes de gatos são medidas simples que podem manter você longe de diversas doenças, entre elas a toxoplasmose, que vem amedrontando os natalenses. O número de casos começou a subir rapidamente desde janeiro, atingindo o pico em março, quando a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) registrou 71 no estado, a maioria na capital.

Em novembro de 2009, foram registrados apenas 4 casos. O número se manteve em dezembro. Em janeiro de 2010, subiu para 11. Em fevereiro, chegou aos 48. Em março, houve uma explosão. Depois disso, voltou a cair em abril, com 66, e em maio com 28. Segundo a chefe do Departamento de Vigilância de Saúde da SMS, Cristiana Solto, até hoje não há nada comprovado quanto à causa do surto de toxoplasmose no estado.

Embora o laboratório da Universidade de Campinas (Unicamp), em São Paulo, responsável por analisar as amostras de açaí e água coletadas em Natal não tenha divulgado o resultado final da análise, o alerta continua. Até o momento, o laboratório enviou apenas um relatório parcial, revelando que as amostras de açaí enviadas pelas secretarias municipal e estadual de saúde não estavam contaminadas. De acordo com Cristina Solto, a informação foi repassada de forma extraoficial pelo laboratório. Agora, as secretarias aguardam o resultado da análise da água, para concluir o que de fato causou o surto da doença. “Ainda não recebemos os resultados da análise do açaí e da água, mas o laboratório nos informou extraoficialmente que as amostras não estavam contaminadas com o protozoário”. Ações

Enquanto o resultado final não sai, as secretarias municipal e estadual de saúde começaram a desenvolver uma série de ações para continuar reduzindo o número de casos no estado. Uma delas foi o convênio firmado entre a Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) e o Instituto de Neurociências para acompanhar as gestantes diagnosticadas com a doença e que transmitiram toxoplasmose para os fetos. O exame que diagnostica a doença também está sendo realizado no primeiro trimestre da gravidez, segundo Cristina Solto. O objetivo é detectar a doença no estágio inicial.

Cuidados

- Usar luvas de borracha e lavar bem as mãos após fazer jardinagem. A forma infectante do parasita pode viver por longos períodos de tempo na areia onde os gatos defecam.;

- Colocar luvas, lavar e esvaziar a caixa de areia do gato diariamente;

- Consumir carne bem cozida; não consumir carne mal passada; -Lavar bem as mãos após manipular carne e vegetais crus;

- Beber leite pasteurizado, nunca cru;

- Não alimentar gatos com carne crua ou parcialmente cozida, vísceras ou ossos;

- Não permitir que gatos saiam de casa para evitar o hábito da caça;

- Combater os vetores intermediários (baratas e outros insetos);

- Lavar bem as mãos após entrar em contato com qualquer gato.

Estatísticas

Números de casos registrados em 2010 (Natal)

Janeiro – 11

Fevereiro – 48

Março – 71

Abril – 66

Maio – 28

Fonte: Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS) / DN Online


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julho
13

dengueOs dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostram também que a maior parte das mortes ocorreu em São Paulo: 99 registros

Levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde informou que 321 pessoas morreram em decorrência da dengue no Brasil até o início de maio. O número é considerado o segundo mais alto da história do país – perdendo apenas para o ano de 2008, que registrou, no total, 478 mortes por conta da doença. De acordo com o Ministério, é importante ressaltar que os números de 2010 são preliminares, já que ainda não passaram por investigação. Entre os anos de 1991 e 2000, foram registradas 49 mortes. O número aumentou para 1.932 mortes entre os anos de 2001 e maio de 2010.

Segundo balanço divulgado na semana passada, a quantidade de casos de dengue subiu 120% este ano em comparação a 2009. Foram registrados 737.756 pacientes com suspeita da doença até o dia 1º de maio, 2,2 vezes a mais do que o contabilizado no mesmo período do ano passado.

Além da explosão do número de registros, a epidemia mostra força em várias partes do país. Doze estados e Distrito Federal apresentam alta incidência da infecção – mais de 300 casos a cada 100.000 habitantes. São Paulo é o estado que apresenta o maior número de casos de dengue (185.966), seguido por Minas Gerais (158.207) e por Goiânia (80.055).

Esses estados, ao lado Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Rondônia e Acre, respondem pela maior parte dos registros da doença no País: 577.313 casos. Os números divulgados pelo Ministério da Saúde mostram também que a maior parte das mortes ocorreu em São Paulo: 99 registros.

“Ainda não podemos dizer que enfrentamos a maior epidemia da história”, afirmou o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Coelho. Ele admite, porém, que os números apresentados não deverão sofrer alterações nos próximos anos.

 (Veja /  Agência Estado)


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junho
20

Biomédico Aldemir Dantas e o Dr. Paulo Naud (Presidente do INCOLO e Coordenador Científico do Congresso)

Biomédico Aldemir Dantas e o Dr. Paulo Naud (Presidente do INCOLO e Coordenador Científico do Congresso)

Recentemente, o Biomédico ourobranquense Aldemir Dantas (foto), participou do II Congresso Internacional de Prevenção do Câncer de Colo do Útero em Saúde Coletiva, realizado nas dependências do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.

O evento era direcionado para os médicos, enfermeiros e demais profissionais da saúde que trabalham na saúde pública, responsáveis diretos pelas ações e programas de prevenção & controle deste câncer, o único câncer ginecológico que pode ser eliminado como problema de saúde pública.

Participaram do congresso o Dr Sankaranarayanan, chefe do Screening Group do IARC / OMS – Franca, do Dr Elmer E. Huerta, Diretor do Cancer Preventorium Washington Cancer Institute e do Dr Silvio Tatti, Presidente eleito da IFCPC- International Federation of Cervical Pathology and Colposcopy, Representante oficial da UICC – Argentina, além de representantes de Instituições e Universidades internacionais, entre outros Estados Unidos, Peru, Japão, Panamá & Angola.

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Na ocasião, o biomédico Aldemir Dantas participou do II Curso Internacional de Colposcopia e Prevenção do Câncer do Colo do Útero. Estavam presentes as maiores autoridades em Saúde e Prevenção do Câncer do Brasil, como autoridades do INCA (Instituto Nacional do Câncer). O ourobranquense encontrou-se com o curraisnovense Francisco Ewerton, que também participava do encontro. Aldemir falou ao blog sobre sua visão sobre o Congresso:

 

“Capacitação e atualização. Após ter concluído o curso de Citologia Clínica, e depois de vários cursos, palestras e Congressos; foi de grande importância minha participação neste congresso, pois tive a oportunidade de ter contato tanto com autoridades em nível mundial da área, quanto com novidades científicas. E como sempre digo: a prevenção é o melhor remédio”.

 

Câncer do Colo do Útero

uteroO que é colo do útero?

É a parte do útero localizada no final da vagina. Por localizar-se entre os órgãos externos e internos, fica mais exposto ao risco de contrais doenças.

O que é câncer do colo do útero?

É um tipo de câncer que demora muitos anos para se desenvolver. As alterações das células que dão origem ao câncer do colo do útero são facilmente descobertas no exame preventivo. Conforme a doença avança, os principais sintomas são sangramento vaginal, corrimento e dor.

O que pode levar ao câncer do colo do útero?

A principal causa é a infecção por alguns tipos de vírus chamados de HPV – Papiloma Vírus Humano. Fatores como o início precoce da atividade sexual, a diversidade de parceiros, o fumo e a má higiene íntima podem facilitar a infecção.

Como evitar?

Fazendo o exame preventivo (Papanicolaou). As lesões que precedem o câncer do colo do útero não têm sintomas, mas podem ser descobertas por meio do Papanicolaou. Quando diagnosticado na fase inicial, as chances de cura são de 100%.

O que é o exame preventivo?

É a coleta da secreção do colo do útero, utilizando espátula e escovinha. O material é colocado em uma lâmina de vidro para ser examinado posteriormente num microscópio.

Quem deve se submeter ao exame?

Todas as mulheres que têm ou já tiveram atividade sexual, principalmente aquelas com idade de 25 a 59 anos. As mulheres grávidas também podem fazer o preventivo.

Quais os cuidados para a realização do exame preventivo?

Não ter relação sexual, nem mesmo com camisinha, dois dias antes do exame; não usar duchas ou medicamentos vaginais nos dois dias anteriores ao exame e não estar menstruada (regulada). Em caso de sangramento fora do período menstrual, a mulher deve procurar o serviço de ginecologia.

O exame dói?

O exame é simples e rápido. Pode, no máximo, provocar um pequeno incômodo. No entanto, esse desconforto diminui se a mulher conseguir relaxar e se o exame for feito com delicadeza e boa técnica.

O que fazer após o exame?

A mulher deve retornar ao local onde foi realizado o exame – ambulatório, posto de saúde ou centro de saúde mais próximo – na data marcada para saber do resultado e receber instruções. Tão importante quanto realizar o exame é buscar o resultado.

E se o resultado der alguma alteração?

O médico deverá encaminhar a mulher para a realização de outro exame mais detalhado. Caso seja necessário, será feito um tratamento.

Com que freqüência deve ser feito o preventivo?

Caso o exame não tenha apresentado qualquer alteração, a mulher deve fazer o preventivo no ano seguinte. Se novamente não houver alteração, o exame poderá ser realizado de três em três anos.

Converse com seu médico e informe-se sobre o exame Papanicolaou.

Informações do Ministério da Saúde


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junho
18

Plano estadual de saúde do homem é implantado no RN

Postado em: Saúde por Lenilson Azevedo

Ampliar e facilitar o acesso da população masculina aos serviços de saúde é o intuito do Plano Estadual de Atenção ao Homem do Rio Grande do Norte. Na manhã desta quinta-feira, 17, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) realizou um encontro com todos os coordenadores e profissionais que irão atuar no desenvolvimento e implantação das ações no Estado. A iniciativa faz parte da Política Nacional da Saúde do Homem lançada pelo Ministério da Saúde.
A cada três mortes de pessoas adultas, duas são de homens. Eles vivem, em média, sete anos menos do que as mulheres e têm mais doenças do coração, câncer, diabetes, colesterol e pressão arterial mais elevada, segundo estatísticas nacionais do Ministério da Saúde. No dia 17 de agosto será realizado o lançamento oficial do Plano de atenção ao Homem no Estado, em um esforço conjunto para expandir os investimentos na estrutura da rede pública. Inicialmente três municípios recebem recursos do Ministério da Saúde para ações específicas envolvendo a saúde do homem, sendo Natal, Mossoró e Parnamirim. Os outros municípios receberão recursos do Governo do Estado.
Na Sesap a elaboração do plano está sendo feita pela Coordenadoria de Promoção a Saúde, por meio da Subcoordenadoria das Ações da Saúde. Segundo Uiacy Alencar, técnica responsável pela articulação do plano, questões socioculturais e educacionais impedem que os homens procurem o serviço de saúde, só o fazendo em casos terminais. Para Hugo Mota, Coordenador do plano, o objetivo das ações Estaduais e da Política Nacional é promover a quebra das barreiras, trazendo o homem para uma cultura de prevenção de doenças e o aproximando mais da rede de saúde.
DIARIODENATAL.COM.BR


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junho
1

A campanha de vacinação contra a gripe H1N1 chega à reta final e o ministro da Saúde reforça a convocação para a população. Na próxima quarta-feira (2), encerra o prazo para os dois últimos grupos se imunizarem: crianças de 2 a menores de 5 anos e adultos de 30 a 39 anos. Gestantes que ainda não se vacinaram também devem procurar um dos 36 mil postos do país. O Ministério da Saúde recomenda, ainda, que os Estados e Municípios que não cumpriram a meta em grupos já imunizados realizem busca ativa para garantir a cobertura de 80% para todos os grupos.

“As pessoas têm apenas mais três dias para se vacinar contra a gripe H1N1. Faço um apelo aos pais e responsáveis que levem as crianças aos postos de vacinação. O recado também é importante para os adultos de 30 a 39 anos, que estão nesta última etapa”, afirmou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Ele lembra que o país está entrando no período de maior transmissão de doenças respiratórias, sendo essencial que os grupos mais vulneráveis ao vírus estejam protegidos.

Esta já é a maior campanha de imunização realizada no país. Até a manhã desta segunda-feira, foram registradas quase 70 milhões de doses aplicadas, superando a campanha de vacinação contra rubéola, que imunizou 67 milhões de pessoas. “No mundo, o Brasil é o país que, proporcionalmente, mais vacinou a sua população. Isso demonstra o grande trabalho desenvolvido pelos profissionais de saúde vacinadores e a confiança da população no programa de imunizações”, afirma o ministro.

A meta de imunizar pelo menos 80% do público-alvo já foi atingida para quase todos os grupos: profissionais de saúde, crianças de seis meses a menores de 2 anos, portadores de doenças crônicas e indígenas. Para o público de 20 a 29 anos, está bem próximo da meta, com 79,5% de doses aplicadas. Nos adultos de 30 a 39 anos, a cobertura é de 54% e nas gestantes, 70%, com mais de 2 milhões de vacinadas.

DIARIODENATAL.COM.BR


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maio
31

31demaioElas se tornaram um dos alvos prediletos da publicidade do tabaco

O Dia Mundial sem Tabaco de 2010 será celebrado nesta segunda-feira 31 de maio. A Organização Mundial da Saúde (OMS) escolheu como tema “Gênero e tabaco com ênfase no marketing para mulheres”, com o objetivo de alertar sobre as estratégias que a indústria do tabaco utiliza para atingir o público feminino e os males que o cigarro causa à saúde e ao meio ambiente.

No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) desenvolveu peças promocionais para uma campanha com o slogan “Mulher, você merece algo melhor que o cigarro!”. As peças trazem a imagem de flores como um contraponto ao cigarro: as flores representam proteção ao meio ambiente, beleza e qualidade de vida, contrastando com o cigarro, sinônimo de desmatamento, envelhecimento precoce e problemas de saúde.

O INCA estima que o tabagismo seja responsável por 40% dos óbitos nas mulheres com menos de 65 anos e por 10% das mortes por doença coronariana nas mulheres com mais de 65 anos de idade.

Uma vez abandonado o cigarro, o risco da doença cardíaca começa a decair – após um ano, reduz-se à metade e, após dez anos, atinge o mesmo nível de quem nunca fumou.

Entre as mulheres que convivem com fumantes, principalmente seus maridos, há um risco 30% maior de desenvolver câncer de pulmão em relação àquelas cujos maridos não fumam. Além disso, o risco de infarto do miocárdio, embolia pulmonar e tromboflebite em mulheres jovens que usam anticoncepcionais orais e fumam chega a ser dez vezes maior que o das que não fumam e usam esse método contraceptivo.

As gestantes também devem ficar alertas. Abortos espontâneos, nascimentos prematuros, bebês de baixo peso, mortes fetais e de recém-nascidos, complicações com a placenta e episódios de hemorragia ocorrem mais frequentemente quando a mulher grávida fuma. Tais problemas se devem, principalmente, aos efeitos do monóxido de carbono e da nicotina exercidos sobre o feto, após a absorção pelo organismo materno.

Os riscos para a gravidez, o parto e a criança não decorrem somente do hábito de fumar da gestante. Quando é obrigada a viver em ambiente poluído pela fumaça do cigarro, ela absorve as substâncias tóxicas, que, pelo sangue, passa para o feto. Quando a mãe fuma durante a amamentação, a nicotina passa pelo leite e é absorvida pela criança.

A mulher e o cigarro - Com a participação cada vez maior da mulher no mercado de trabalho, seu papel social também foi se alterando rapidamente. Ela passou a ter mais poder, tanto aquisitivo, quanto de decisão dentro da sociedade.

Em decorrência de todas essas mudanças, a mulher tornou-se um dos alvos prediletos da publicidade da indústria do tabaco, que passou a divulgar o cigarro como símbolo de emancipação e independência. Isso fez e continua fazendo com que o número de mulheres fumantes aumente cada vez mais.

Veja mais no hotsite do 31 de maio.

Tabagismo no Brasil

No Brasil, estima-se que cerca de 200.000 mortes/ano são decorrentes do tabagismo (OPAS, 2002). De acordo com o Inquérito Domiciliar sobre Comportamentos de Risco e Morbidade Referida de Doenças e Agravos Não Transmissíveis , realizado em 2002 e 2003, entre pessoas de 15 anos ou mais, residentes em 15 capitais brasileiras e no Distrito Federal, a prevalência de tabagismo variou de 12,9 a 25,2% nas cidades estudadas. Os homens apresentaram prevalências mais elevadas do que as mulheres em todas as capitais. Em Porto Alegre, encontram-se as maiores proporções de fumantes, tanto no sexo masculino quanto no feminino, e em Aracaju, as menores. Essa pesquisa também mostrou que a concentração de fumantes é maior entre as pessoas com menos de oito anos de estudo do que entre pessoas com oito ou mais anos de estudo. Em relação à prevalência de experimentação e uso de cigarro entre jovens, de acordo com estudo realizado entre escolares de 12 capitais brasileiras, nos anos de 2002-2003 (Vigescola ) a prevalência da experimentação nessas cidades variou de 36 a 58% no sexo masculino e de 31 a 55% no sexo feminino, enquanto a prevalência de escolares fumantes atuais variou de 11 a 27% no sexo masculino e 9 a 24% no feminino.

Fonte: Ministério da Saúde


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maio
22

Em nota divulgada nesta sexta-feira (21), o Ministério da Saúde alertou aos serviços de saúde sobre o risco da obtenção de resultado falso positivo em exame para detectar o vírus HIV para pacientes que tenham tomado a vacina contra a gripe suína.

Segundo o ministério, o falso resultado ocorre porque, ao tomar a vacina, o corpo começa a produzir anticorpos Imunoglobina M (IgM), que são produzidos diante da primeira exposição a um antígeno.

O órgão orienta aos profissionais de saúde que informem aos pacientes que tomaram a vacina sobre a possibilidade da acusação de falso positivo para HIV. Caso isso ocorra, outro teste deve ser realizado após 30 dias.

Ainda segundo a nota, a estratégia nacional de vacinação contra a gripe suína e a forma acelerada de produção industrial da vacina contribuíram para o equívoco do resultado já que, atualmente, não há dados disponíveis sobre todos os possíveis efeitos adversos da vacina.

Correiobraziliense.com.br


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maio
10

- SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE -

C.G.C – 40.801.656/0001-28

Rua Professor Izaías, 62 – CEP 59.347-000

Fone: (84) 3477-0158 / Fax: (084) 3477-0053

E-mail: smsourobranco@rn.gov.br

OURO BRANCO – RN

COMUNICADO A POPULAÇÃO

Comunicamos a toda comunidade que no dia 10/05/10 a partir das 12:00 h, a equipe de Médicos do HGO (Hospital Geral de Olhos), estará atendendo na Câmara Municipal com a seguinte programação:

- Atendimento de retorno aos pacientes que foram cirurgiados no dia 27/04/10 em Mossoró-RN;

- Triagem para pacientes que estão no grupo de risco de desenvolver GLAUCOMA e que ainda não foram atendidos nos mutirões anteriores;

QUEM PODE DESENVOLVER GLAUCOMA?

- PESSOAS ACIMA DE 40 ANOS;

- PESSOAS DE RAÇA NEGRA;

- HISTÓRICO DE GLAUCOMA NA FAMÍLIA;

- PIO (PRESSÃO INTRA-OCULAR) ELEVADA;

- DIABÉTICOS; HIPERTENSOS;

- ALTO MÍOPES;

- USO REGULAR OU PROLONGADO DE ESTERÓIDES; (CORTISONA);

- TRAUMA OCULAR PRÉVIO

- Consultas Oftalmológicas para os pacientes que foram atendidos nos mutirões anteriores e que os médicos indicaram uso de óculos.

OBS: – Os pacientes que forem atendidos na triagem do GLAUCOMA e tiver necessidade de uso de medicamentos os mesmos serão entregues na hora.

- Outros pacientes que estiverem necessitando de consulta oftalmológica devem procurar o Secretário Municipal de Saúde no (Sábado ou Domingo) ou ainda a SMS das 07:00 as 11:00 h do dia 03/05/10 para que seja feito o encaminhamento para a consulta.

- Todos os pacientes devem conduzir Xerox da identidade, CPF, Cartão do SUS e Comprovante de residência.

Grato!

Adriano Sales de Araújo

Sec. Mun. Saúde


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